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sábado, outubro 1, 2022

Setembro amarelo e saúde mental de pets: que lições a causa pode trazer para o dia a dia de cães e gatos

Cães e gatos também podem desenvolver depressão, ansiedade e outras doenças mentais

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Que os pets podem ajudar e muito na manutenção de uma saúde mental humana todo mundo já sabe. Mas e quando os pets ficam deprimidos? Cada vez mais se observa cães e gatos com comportamentos próximos aos dos humanos, e transtornos de ansiedade, depressão e até autoflagelação podem ser sintomas comuns a animais de estimação. Um estudo realizado com 14 mil cães pela Universidade de Helsinque, na Finlândia, mostrou que é cada vez maior o número de cachorros que vêm apresentando sintomas como ansiedade, estresse e até algumas fobias.

Segundo a veterinária da Organnact, empresa que pesquisa e produz suplementação animal, Marina Tiba, a saúde mental dos pets está diretamente relacionada ao comportamento dos tutores e deve ser levada a sério. “Os animais de estimação também são afetados pelo estresse e podem, inclusive, ficar deprimidos. Claro que não devemos igualar a depressão humana à dos pets, mas existe sim um mecanismo de defesa animal que faz com que ele passe a ter comportamentos como ansiedade, agressividade, latidos excessivos, falta de apetite, entre diversos outros, que são facilmente identificáveis e devem ser tratados”, conta ela.

Entre os causadores desses problemas estão a falta de estímulos suficientes, como brinquedos e ambientes preparados para os animais, a falta de passeios regulares, sobrepeso, alimentação inadequada e outros fatores que podem agravar o problema. “Além de observar o animal e o comportamento dele, e leva-lo ao veterinário com frequência, é preciso inserir na rotina dele alguns hábitos simples que podem modificar esse quadro, como, por exemplo, a introdução de uma alimentação mais balanceada”, conta Marina.

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Por isso, além de estabelecer uma rotina que inclua passeios e brincadeiras, é preciso estar disponível para fazer com que o animal entenda que o bom comportamento é algo positivo tanto para ele quanto para a família, e uma das formas de fazer isso é oferecer petiscos como forma de recompensa. No entanto, deve-se estar atento à qualidade daquilo que se oferece, afinal, oferecer alimentação inadequada pode agravar o comportamento depressivo. “Hoje é possível encontrar aquilo que chamamos de petiscos funcionais, que podem ser oferecidos diariamente e que oferecem ingredientes como vitaminas, aminoácidos, probióticos, entre outros, que produzem efeitos benéficos à saúde, além de funções nutricionais básicas, é o caso dos Dog Sticks, que temos aqui na Organnact e que podem ser uma boa solução na hora de agradar o pet”, recomenda ela.

O melhor amigo do homem

Realmente os pets podem ser grade aliados em doenças como depressão. “Os cães e gatos demandam cuidados e atenção. E isso pode transformar pensamentos negativos em ações cotidianas e positivas”, diz Marina.  Além disso, os animais trazem aquela sensação de não estar sozinho, aumentando o bem-estar e diminuindo casos de estresse. Não à toa hoje existem muitos tratamentos que envolvem cães terapeutas nas chamadas Terapias Assistidas por Animais (TAAs), metodologia utilizada no tratamento de pacientes com os mais variados quadros. “O animal tem como característica retribuir carinho facilmente quando recebe cuidados. E nessas situações acaba sendo um ciclo em que o animal é cuidado e oferece comportamentos positivos, de carinho” finaliza a veterinária.

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