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domingo, agosto 14, 2022

Sensibilidade auditiva, o que fazer quando os barulhos estressam o pet?

Medo de certos barulhos, a segunda questão comportamental mais relatada pelos tutores, interfere no bem-estar do animalzinho e de toda a família

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É normal observar o pet olhando para a janela ou porta quando não tem ninguém passando, aquela levantada de orelha para anunciar que tem alguém se aproximando muito antes de você ouvir qualquer barulho, e tem gente que diz que o pet ouve o carro da família antes mesmo do carro estar na rua de casa… Isso acontece porque os pets têm uma audição muito mais sensível do que a audição humana.

Essa maior sensibilidade auditiva dos pets interfere também no comportamento diante de barulhos ou sons percebidos por eles como perturbadores. “Fogos de artifício, gritos, veículos barulhentos e tempestades podem promover respostas comportamentais características de estresse, como latidos estridentes, agressividade, busca por esconderijo, fazer as necessidades fisiológicas fora do lugar apropriado e até mesmo se machucar ao tentar escapar daquele som”, explica Andrea Nagata, médica veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.

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O medo que os cães têm de fogos de artifício e barulhos estridentes é o segundo “problema” comportamental mais relatado pelos tutores, que também interfere de forma direta no bem-estar da família. Algumas dicas para auxiliar o pet a passar por momentos barulhentos previsíveis, como festas de fim de ano, as festas juninas, finais de campeonato e jogos da copa do mundo, podem ser facilmente adotadas, por exemplo:

  • Manter o pet em um local silencioso e em que ele esteja seguro, como um cômodo isolado dentro da casa, para abafar o ruído exterior;
  • Intensificar as brincadeiras com os pets nos momentos de maior barulho para que eles permaneçam distraídos;
  • Colocar chumaços de algodão nos ouvidos do pet para abafar o som, ou utilizar os fones de ouvido especiais para os pets que já existem no mercado.

Mas e quando estes barulhos não são possíveis de prever, como o caso de tempestades, ou ocorrem quando o pet está sozinho em casa? Ou quando o nível de medo dos cães é muito maior e constante?

“Quando há medo extremo de barulho, com é o caso dos cães fóbicos, não é possível amenizar o medo apenas com treinamento e manejo ambiental. Nestes casos, precisamos adicionar um agente psicoativo que vai atuar junto com treinamento e manejo ambiental, ou seja, uma força-tarefa”, explica a Dra. Daniela Ramos, médica veterinária comportamentalista.

Pensando na saúde e bem-estar animal, a Avert se reuniu com a Dra. Daniela Ramos, com o objetivo de elaborar algo inovador, seguro e eficiente para auxiliar na terapia dos cães com medo de barulhos. “Até o momento no mercado existiam apenas fármacos e feromônios que atuavam nessa frente. O Quetin vem como um suplemento natural que é mais uma boa opção de psicoativo natural que podemos tentar antes de partir para calmante ou antidepressivo. De qualquer modo, treinamento e manejo ambiental sempre estarão juntos aos psicoativos, compondo a força-tarefa”, conta Dra. Daniela.

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O composto, associação de passiflora, valeriana e triptofano, foi validado através de um estudo duplo-cego, controlado, aleatorizado. Um grupo grande de cães que tinha medo de barulho foi selecionado e dividido de maneira aleatória e homogênea, e, enquanto um grupo recebia o composto, o outro recebia o placebo – informação que só a Avert tinha e que foi revelada aos pesquisadores e tutores após o final do estudo.

Os cães foram avaliados de maneira comportamental e fisiológica, por meio da medição de cortisol (“hormônio do estresse”) presente na saliva destes animais, durante as últimas semanas de dezembro e início de janeiro, considerada época mais barulhenta do ano. O grupo que recebeu Quetin teve uma redução maior do comportamento de medo e um menor aumento do cortisol na noite do réveillon do que o grupo que recebeu placebo. O uso do composto também fez com que essa elevação menor do cortisol retornasse mais rápido aos níveis fisiológicos normais do que o observado no grupo controle.

“O Quetin é um produto inovador para o mercado e para toda a área veterinária. Ele é composto por três elementos, 2 fitoterápicos que são a passiflora e a valeriana, e 1 aminoácido, que é o triptofano. Esses três elementos têm potencial para reduzir medo, ansiedade e estresse, e o grande diferencial deste produto é que as concentrações de cada um deles estão muito bem ajustadas com o que é recomendado pelos especialistas da área comportamental, principalmente a dose do triptofano”, explica a Dra. Daniela Ramos. “Vários produtos no mercado apresentam o triptofano em sua composição, mas a dose é muito baixa, longe da concentração recomendada para o efeito na diminuição do medo dos pets”.

“Sempre associado com a terapia para a redução do medo, como enfatizou a Dra. Daniela, o uso de Quetin por pelo menos 40 dias mostra uma importante atuação na redução do medo e, dessa forma, ajuda no bem-estar do cachorro”, Andrea reforça.

Quetin é único em importantes aspectos: único composto natural que utiliza as doses recomendadas por especialistas em sua formulação e o único com um estudo científico deste porte, respaldado por uma profissional renomada na área comportamental animal. Por ser um composto natural, pode ser utilizado por animais de todas as idades. Sua recomendação é de uso contínuo, com os principais resultados podendo ser observados a partir de 40 dias de uso.

“A Avert se preocupa em sempre trazer para o mercado produtos de alta qualidade, inovadores, em apresentações que também facilitem a sua administração, e que interfiram positivamente na saúde e bem-estar dos pets e seus tutores. O Quetin foi pensado com carinho e cuidado para que o barulho não seja mais um problema para o pet e sua família”, Andrea finaliza.

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