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sábado, outubro 1, 2022

O que fazer quando um cão ou gato chega na fase idosa? Veja algumas dicas

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Os pets de qualquer faixa etária necessitam e muito de cuidados, desde sua fase inicial de vida até as finais quando se tornam idosos. Com isso, os tutores devem ficar atentos, especialmente na fase final da trajetória de cada um da qual é a mais difícil e complicada de lidar, pensando exatamente nisso estaremos destacando algumas dicas importantes para cuidar de um bichinho idoso.

Segundo uma médica-veterinária, existem diferenças nas idades em que um gato e cão são considerados idosos. “Eles começam a envelhecer em idades diferentes. De modo geral, o envelhecimento ocorre em duas fases, mas isso também se modifica de acordo com a espécie e com o porte, no caso dos cães”, destaca Rizelo, que é coordenadora de comunicação científica da Royal Canin.

“A primeira fase é a que inicia o processo de envelhecimento, quando consideramos o pet um adulto maduro, e a segunda é quando de fato o pet já é considerado um idoso. No caso dos gatos, o amadurecimento começa aos 7 anos e aos 12 anos o felino é considerado idoso”, explica ela.

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Já com os cães é um pouco diferente, de acordo com o porte. Nos pequenos e mini, aos 8 anos temos a primeira fase de envelhecimento e aos 12 anos a segunda: no médio porte (10 a 25 kg) aos 7 e 10 anos e, os cães de grande porte (25 kg a 45 kg) aos 2 e aos 8 anos, respectivamente.

A profissional explica que no começo do amadurecimento os sinais ainda não são tão visíveis aos olhos do tutor. “É no segundo momento que percebemos evidências representativas, como a mudança na textura e quantidade de pelo, além da tonalidade que passa a ser mais branca assim como nos humanos. O cristalino dos olhos começa a ficar mais opaco, o pet tem diminuição da energia para as atividades (menos tempo e menor desempenho e qualidade) e o aumento das horas de sono”, detalha Rizelo.

“Doenças cardíacas, doenças osteoarticulares, doenças renais, diabetes, problemas relacionados à celeridade cerebral, distúrbios cognitivos e doenças periodontais podem ser recorrentes nessas fases e necessitam tratamento adequado”. Por isso é fundamental que em toda a vida do pet ele tenha um acompanhamento especializado com o médico-veterinário para o diagnóstico precoce, do qual tende a aumentar a expectativa de vida do animal. “Alguns cuidados básicos que os tutores precisam ter acompanhamento veterinário, alimentação adequada e adaptação do ambiente conforme as necessidades do pet idoso”.

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