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sábado, outubro 1, 2022

Displasia coxofemoral causa dores e prejudica qualidade de vida de cães

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Um pet tem o poder de alegrar a casa. Por isso, qualquer sinal de desânimo do animal, como deixar de brincar ou se alimentar, é um alerta para o tutor. “Cães muito quietos, sem apetite e sem resposta a estímulos, podem estar com algum problema. Observar mudanças de comportamento facilita o diagnóstico, tornando o tratamento mais rápido e eficaz”, explica a médica-veterinária e analista técnica de marketing de pets da Syntec do Brasil, Suzana Melo.

Uma das enfermidades que afeta a qualidade de vida e as rotinas dos animais é a displasia coxofemoral. Comum, ela afeta principalmente cães de médio e grande portes. De acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), 37% dos atendimentos feitos em clínicas em raças como Pastor Alemão, Labrador, Golden Retriever e Buldogue Inglês referem-se a essa doença.

“A displasia coxofemoral caracteriza-se por ser um distúrbio ortopédico causado por falha no encaixe do fêmur com a articulação do quadril do animal. Por isso, causa disfunção lateral ou bilateral dos membros, prejudicando seus movimentos e, consequentemente, a qualidade de vida”, esclarece Suzana.

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De acordo com a especialista da Syntec, as causas são diversas e vão desde a predisposição da raça até alimentação e idade. “O ambiente no qual o cão vive também pode influenciar diretamente o surgimento dessa enfermidade. Isso porque até o piso do lugar pode agravar a lesão, sobretudo quando é muito irregular ou escorregadio”, comenta Suzana.

“Além do solo, outros fatores contribuem para o agravamento do problema. A idade e o porte físico do animal são exemplos. A nutrição também: a ingestão inadequada de cálcio durante a fase de crescimento do filhote pode causar distúrbios que interferem na formação das estruturas ósseas. Essas malformações impedem o encaixe perfeito do acetábulo, depressão da pelve, com a cabeça do fêmur”, complementa a veterinária.

Entre os principais sintomas estão a limitação de movimento, a redução das atividades físicas, membros mais rígidos, claudicação e dor ao toque no local. “Percebendo qualquer desses sinais, o tutor deve procurar um veterinário, que fará os exames completos para diagnosticar o problema e iniciar o tratamento correto. Lembrando que, por acometer os pets durante a fase de crescimento, a displasia coxofemoral pode se iniciar ainda já nos primeiros meses de vida do animal”.

Para diminuir as dores causadas pela doença nos pets, a Syntec do Brasil oferece Maxitec, anti-inflamatório não esteroide à base de Meloxicam com alta segurança comprovada no tratamento para cães e gatos. “Trata-se de uma das soluções terapêuticas que auxilia a controlar o problema e contribui para a qualidade de vida dos pets”, reforça Suzana Melo.

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