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segunda-feira, janeiro 30, 2023

Como ajudar o pet a superar os barulhos de fogos e comemorações?

Fogos de artifício nas comemorações da copa do mundo e festas de fim de ano promovem medo e ansiedade aos cães

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Nos próximos meses estaremos imersos de momentos de comemorações e festas, com a Copa do Mundo acontecendo um pouco mais tarde do que o habitual e muito próxima das celebrações de final de ano. Embora estes sejam momentos divertidos e de descontração para os humanos, os pets, cuja sensibilidade auditiva é maior, sentem-se mais estressados nestes momentos com tantos barulhos e estímulos ambientais diferentes do habitual, e podem apresentar alterações comportamentais ou até mesmo em sua saúde.

“O medo dos cães à barulhos estridentes, como fogos de artifício, é o segundo problema comportamental mais relatado pelos tutores, e interfere não apenas no bem-estar animal, mas em todo o núcleo familiar”, relata Mariana Raposo, médica veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.

Ciente da gravidade do problema, as pesquisas na área comportamental animal vêm avançando cada vez mais, cotando com a colaboração entre empresas e médicos veterinários. As chamadas “Forças-tarefa” têm o intuito de promover um ambiente mais seguro e confortável para os cães que apresentam medo de fogos, associado ao uso de suplementos alimentares específicos e com ação comprovada, que ajudam a prevenir a respostas comportamentais ao estresse decorrente de estímulos perturbadores.

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“Suplementos alimentares com associação de Passiflora, Valeriana e Triptofano, como é o caso do Quetin®, são comprovadamente capazes de prevenir essas respostas. Por ser um suplemento e não um fármaco, ele pode ser fornecido para animais de todas as idades, mas o seu uso precisa iniciado pelo menos 40 dias antes do início destes eventos mais estressantes”, Mariana explica.

Diferente dos fármacos psicoativos comuns que são indicados especificamente para estes momentos aos pets que sofrem com os barulhos, os suplementos são indicados para qualquer fase de vida do animal e não apresentam contraindicações, mas precisam ser fornecidos pelo período indicado pelo fabricante para que faça o efeito desejado.

A médica veterinária também reforça que a suplementação é apenas um ponto da força-tarefa nessa empreitada para reduzir o medo dos cães, cujos outros pilares importantes estão descritos abaixo:

Segurança é imprescindível: Nos momentos de meios barulho as portas e os portões devem estar fechados, e as pessoas precisam estar muito atentas ao entrar ou sair de casa nestas horas, para evitar que o cão fuja. Plaquinha de identificação precisa estar no cãozinho sempre!

Ambiente familiar e confortável: Para o cão que tem medo, o melhor lugar para estar nestes momentos de muito barulho é em casa! De preferência, dentro de casa com as janelas e cortinas fechadas, para abafar os sons externos.

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Esteja sempre junto: Caso seja inevitável sair de casa, leve o pet com você e não se esqueça de levar objetos familiares dos quais o pet goste (brinquedos, coberta, casinha – se pequena). Jamais deixe o cão sozinho em casa.

Crie um cantinho seguro para o pet: escolha um ambiente da casa que melhor abafe o som e coloque os brinquedos e outros pertences que o pet gosta de ter ao redor, incluindo uma caminha ou a caixa de transporte a qual ele esteja acostumado. Nos momentos de maior barulho, permita que o pet vá ao cantinho seguro e fique por perto.

Abafe o som: utilizar fones de ouvidos para cães ou mesmo chumaços de algodão para reduzir o som pode ser muito útil, contanto que o cão esteja acostumado com eles.

Gaste energia: antes dos eventos barulhentos, leve o pet para dar um longo passeio e brinque bastante para que ele gaste energia. Além de estreitar os laços entre pet e tutor, isso vai ajudar o pet a relaxar um pouco mais durante os barulhos.

Use a alimentação como aliada: petiscos especiais, sachês, ossinhos de roer, biscoitinhos e outros agrados são uma ótima forma de distrair o pet nos momentos de maior barulho. Se ele não quiser comer, não tem problema, ofereça em outro momento.

Brinquedos e brincadeiras: distraia o pet com as atividades que ele mais gosta de fazer no momento do barulho. Mostre entusiasmo e alegria com a brincadeira para que ele também se sinta animado e esqueça as alterações no ambiente.

Quando o pet não quer comer e nem brincar: se o medo e o estresse do cão são grandes, e ele não se importa com a comida e nem com os brinquedos, o tutor pode promover uma massagem ou outro tipo de contato físico que o pet aprecie e esteja acostumado, para que ele se sinta acompanhado e acolhido.

“A utilização de Quetin em associação com essa força-tarefa é a melhor estratégia para o bem-estar do pet e de toda a família durante essas comemorações e celebrações sem gerar preocupação. Um conjunto importante para manter o bem-estar do pet e de toda a família”, finaliza.

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