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sábado, outubro 1, 2022

A saúde do coração do seu cão está em dia?

Atenção aos sinais de alerta auxilia no diagnóstico precoce de doenças cardíacas nos pets

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A preocupação com a saúde dos pets faz parte da rotina dos tutores e, assim como os humanos, é preciso estar atento também ao coração dos cães, afinal, as cardiopatias também podem afetar os animais.

O termo engloba as anomalias que podem afetar o órgão. Com causas multifatoriais, o problema pode ter origem genética, por infecções virais ou bacterianas ou ainda por conta da idade ou peso do animal.

As cardiopatias costumam apresentar sintomas silenciosos e, muitas vezes, o animal só é diagnosticado quando está em um estágio avançado da doença. Por isso, para conscientizar os tutores sobre o tema, o setembro Vermelho estimula o debate sobre a importância do diagnostico precoce das doenças cardíacas nos animais.

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Algumas doenças cardíacas geram sintomas perceptíveis, enquanto outras não ocasionam sinais clínicos, o que torna o diagnóstico mais difícil. Desta forma, a visita periódica ao veterinário é indispensável para o diagnóstico precoce, que assegura mais qualidade de vida aos cães.

Mas, como saber se o cão sofre com alguma patologia cardíaca? A médica-veterinária e gerente de produtos da Unidade de Pets da Ceva, Nathalia Fleming, listou os quatro sinais de alerta para cardiopatias. Confira:

Tosse: Esse sintoma pode estar presente e associado a diversas doenças, inclusive do sistema respiratório. Por isso, é importante que o tutor se atente a frequência. Caso a manifestação seja frequente é indicado buscar ajuda.

Inchaço: O cão pode sofrer com o acúmulo de fluídos. Com isso o tutor pode perceber que áreas como abdômen e patas ficam mais inchadas.

Problemas respiratórios: O animal pode apresentar dificuldade para respirar ficando ofegante mesmo em momentos de repouso ou até mesmo evitando realizar atividades como passeios e brincadeiras com o tutor para poupar o fôlego.

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Animal fica recluso: O animal reluta em realizar atividades como passear, brincar ou correr. Alguns podem ficar mais reclusos, evitando sair da cama, ou até mesmo se esconder em algum cômodo da casa.

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